A decisão pode impactar diretamente o caixa e a saúde financeira da sua empresa.
Uma máquina pesada pode ser essencial para uma obra, uma operação de mineração, terraplenagem, infraestrutura ou agricultura.
Mas existe uma pergunta que muitas empresas fazem tarde demais:
Vale a pena imobilizar centenas de milhares de reais em uma máquina que talvez não seja utilizada todos os dias?
Em muitos projetos, a resposta financeira pode estar na locação.
Ao alugar, sua empresa utiliza o equipamento necessário sem precisar transformar uma grande quantidade de dinheiro em um ativo parado no pátio.
O resultado é mais flexibilidade, previsibilidade de custos e, principalmente, preservação do capital de giro.
O Sebrae destaca que o capital de giro é fundamental para manter a empresa funcionando e cumprir compromissos como fornecedores, salários, impostos e demais despesas operacionais.
Comprar uma máquina não custa apenas o preço da máquina
Imagine uma empresa que precisa de uma escavadeira avaliada em:
R$ 800.000
À primeira vista, pode parecer que a decisão é simplesmente:
Comprar: R$ 800.000
Alugar: valor mensal da locação.
Mas essa comparação é incompleta.
Quando uma empresa compra uma máquina, ela também assume diversos custos e riscos:
Depreciação;
Manutenção preventiva;
Manutenção corretiva;
Pneus e componentes;
Seguro;
Licenciamento, quando aplicável;
Armazenamento;
Transporte;
Operador e treinamento;
Peças de reposição;
Máquina parada;
Perda de valor de revenda;
Custo financeiro do capital investido.
A própria Associação Paulista das Empresas Locadoras de Bens Móveis — Apelmat — destaca que o cálculo econômico de uma locação precisa considerar fatores como depreciação, manutenção, pneus, operador, distância e condições de utilização do equipamento.
O dinheiro parado em uma máquina também tem um custo
Esse é um dos pontos mais importantes.
Se sua empresa investe R$ 800 mil em uma máquina, esses R$ 800 mil deixam de estar disponíveis para outras necessidades.
Esse dinheiro poderia ser utilizado para:
Capital de giro
→ pagamento de fornecedores
→ compra de materiais
→ folha de pagamento
→ impostos
→ novas obras
→ aquisição de outros equipamentos
→ oportunidades de negócio
Ou simplesmente permanecer disponível para enfrentar períodos de menor faturamento.
O Sebrae ressalta justamente esse aspecto: utilizar recursos próprios em investimentos pode reduzir o capital de giro disponível e aumentar a necessidade de crédito posteriormente.
O indicador mais importante: custo por hora produtiva
Aqui está um argumento especialmente forte para o seu site.
Não basta perguntar:
“Quanto custa a máquina?”
A pergunta correta é:
“Quanto custa cada hora efetivamente produtiva dessa máquina?”
Imagine uma máquina comprada por R$ 800 mil.
Se ela trabalha intensivamente durante o ano, o investimento pode fazer sentido.
Mas imagine outro cenário:
A empresa precisa dela durante apenas 4 meses para uma obra.
Depois disso, a máquina pode ficar meses parada.
Mesmo que não esteja trabalhando, ela continua representando:
capital imobilizado + depreciação + manutenção + seguro + armazenamento + risco de desvalorização.
Na locação, a empresa pode dimensionar a utilização do equipamento de acordo com o projeto e evitar transformar uma necessidade temporária em um investimento permanente.
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